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Friday, January 28, 2005

Meet the Fockers
Depois do sucesso de um sogro do pior (um filme que desiludiu-me, pois mostraram todos os “gags” nas apresentações) a sequela era inevitável.
Desta vez Gaylord Focker (Bem Stiller) vai apresentar os Pais (Dustin Hoffman e Barbara Streisend) aos Sogros (Robert De Niro ). Uma vez que os compadres são antagónicos, a confusão é quase certa!
É um prazer ver o Dustin e o De Niro actuarem, eles são muito bons actores, no top 20 de sempre. Algumas cenas são hilariantes, é o humor inteligente, sem ser o “nonsense”.
O cinema de hollywood é uma autêntica indústria para a América, com os seus respectivos benefícios para a economia do País. Este filme já gerou, só nos EUA $247M!!!! Uma máquina de fazer $$... A nossa indústria talvez seja o futebol, exportação de jogadores e treinadores... Mas, se exportássemos políticos matávamos dois coelhos com um tiro.
Não acham ridículo o Santana Lopes vir a público dizer que vai processar as empresas de sondagem? Então as sondagens não estão regulamentadas por diploma próprio, com regras claras e lúcidas? É mais cego aquele que não quer ver...
A actriz que faz de babysitter do Ben Stiller é um espanto: http://www.imdb.com/gallery/granitz/2653/Events/2653/AlannaUbac_Cohen_4071612_400.jpg?path=pgallery&path_key=Ubach,%20Alanna

Tuesday, January 25, 2005

Paparazzi
Uma estrela de cinema em ascensão, o actor Bo Laramie (Cole Hauser), é incessantemente assediado por um bando de fotógrafos sem escrúpulos, Wendell Stokes (Daniel Baldwin), Leonard Clark (Tom Hollander), Kevin Rosner (Kevin Gage) e Rex Harper (o mais mauzão (Tom Sizemore).
Os fotógrafos, que têm um mau aspecto do caraças, provocam um acidente no carro da estrela de cinema, consequentemente o filho deste fica em coma... O actor, desprovido de sentimentos de culpa, começa a matar os fotógrafos, um a um...
Porra, que o filme é exagerado... De certo modo vaticina que a vingança é o meio mais correcto de resolver os problemas... Bah! Quem é que tem uma casa com portão, sem cerca por trás?
No decorrer do filme vão aparecendo estrelas, como o Mel Gibson, Chris Rock, Santana... Oops este só aparece nos telejornais... Mas, que este Governo de Gestão toma mais medidas e decisões do que qualquer outro... Todos os dias é vê-los a decidirem isto e aquilo, em coisas que noutras circunstancias não decidiam...

Friday, January 21, 2005

2046
O filme estava bem acima das minhas expectativas e definitivamente valeu a pena esperar. Tony Leung (Hero) joga com o mesmo papel no filme "Disponível para Amar", mas tem um carácter diferente. O filme também está vagamente relacionado com o "Days of Being Wild". Todas as três películas versam sobre a mistura da actividade/confusão e cansaço de Kong de Hong em 1960.
O desempenho do Tony nesta película é outra vez brilhante, assim como os restantes actores. Em relação ao nível técnico (trajes, música, fotografia etc.) está muito bem conseguido. Alguém sugeriu que a Palma de Cannes de 2004 devia ter ido para este filme em vez de "Fahrenheit 9/11" e agora eu posso concordar totalmente.
O número "2046" é uma a metáfora do destino do Kong de Hong, o ano em que o seu Status (Um país dois sistemas) termina.

White Chicks

Este filme, dos irmãos Wayans, é uma comédia hilariante! O enredo conta a vida de dois agentes do FBI que têm de proteger duas meninas milionárias. É um argumento simples, mas é um fartote de rir, nada mais têm que saber!
Eu tenho acompanhado os irmãos Wayans, desde o filme "Mo Money". Ao puro estilo do clã Baldwin, os irmãos Wayans são o clã afro americano: Damon (Last boy Scout), Marlon (scary movie), Shawn (scary movie) e Keenen (fez um filme com o Segal).
Bem sei que o estilo não agrada a muitos aqui dos cinéfilos dos blogs, mas acho que o Marlon tem muito talento, só não deve ter muitas oportunidades para o fazê-lo.
Os dias continuam ainda sem chover... Mas são ainda muito curtos.

Thursday, January 13, 2005


Misery
Este filme vai passar HOJE no canal Hollywood, às 21h00.
Quem não viu, tem de ver... A história é baseada no livro de Stephan King, com a realização de Rob Reiner.
É um filme de culto, e retrata a vida de um escritor famoso (James Caan) que tem um acidente automóvel numa quinta nos EUA, propriedade de uma fã excentrica do escritor (Kathy Bates). Em recuperação na quinta, agradado pela amabilidade da fã, o escritor começa a sentir-se um prisioneiro nas mãos de uma psicopata! Ansiosa de ler mais um romance do famoso escritor, a fã obriga-o a escrever, sob pena de sofrer as consequências...
Kathy Bates desempenha um papel extraordinário, impondo o seu talento nas suas cenas... De tal ordem que até mete medo!

Tuesday, January 11, 2005

Oceans Twelve

A sequela do remake do filme de 1960 (Rat Pack), parece confuso mas acho que não é, está mais uma vez recheado de estrelas. Realizado pelo consagrado Steven Soderbergh, o filme não traz nada de novo, limita-se a usar o estatuto das estrelas que protagonizam o filme.
A sinopse do filme consiste no “desafio” que os nossos amiguinhos têm de enfrentar... Andy Garcia descobre o paradeiro dos ladrões e obriga-os a pagar os dólares roubados, apesar do seguro ter coberto a perda de Andy (para manter as aparências do moralmente correcto). Estes, sem escolha, escolhem a Europa como alvo, se é europeu podem roubar à vontade...
O filme conta com o Brad Pitt, George Clooney, Catherine Zeta-Jones, Julia Roberts, Andy Garcia, Matt Damon, etc. Porém destaco Vincent Cassel, um excelente actor e muito bem casado. Acompanho-o deste do filme francês La Haine, Rios púrpura, Irreversible, de entre muitos filmes franceses...
Aliás o filme é um tsunami de actores, onde até o Bruce Willis faz uma perninha... Espero que me perdoem a expressão, mas não resisti.
Enfim, se não tiverem mais nada que fazer e se quiserem ver um filme...

Friday, January 07, 2005

Dirty Pretty Things/Estranhos de passagem

Uma vez que só vou ver o Ocean´s Twelve no Fim de Semana, venho falar-vos deste maravilho filme que conta a vida de Okwe um nigeriano (Chiwetel Ejiofor) e de Senay uma turca (Audrey Tautou), colegas num Hotel barato em Londres, que partilham a clandestinidade imigrante em Londres.
Partilham também o sonho da legalização, mas a que preço?
Garantidademente um filme muito bom e surpreendente, nada ingénuo, sem ser exageradamente cruel e realista. O brilho do cinema independente (apesar da Miramax) acontece mais uma vez.

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